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Depilação

Fotos: Shutterstock

Corpo à prova de depilação com cera

Você sabia que quem usa o método de depilação com cera regularmente precisa esfoliar e hidratar a pele mais que o normal? Confira todas as dicas que toda mulher (sua cliente!) deve conhecer

Manter pernas, axilas e virilhas lisinhas e livres de pelos é prioridade para muitas mulheres seja qual for a época do ano. Entre os métodos mais usados está a depilação com cera, que promove um resultado tudo-de-bom! No entanto, há muitas dúvidas em relação ao que se pode ou não passar na pele nas horas que antecedem e nos dias seguintes ao procedimento. Isso porque existe uma série de hábitos e substâncias que podem atrapalhar o efeito de pele lisinha pela depilação com cera e comprometer as condições de saúde da cútis.

Vamos combinar que a pele não foi feita para suportar tantos puxões, somados à fórmula da cera (que por mais natural que seja pode conter ingredientes que provocam alergias) e à sua alta temperatura (outro fator irritante em potencial). Resumindo, é um ritual que exige cuidados especiais, mas, de novo, o resultado vale super a pena.

Pensando nisso, a seguir, explicamos os riscos que a região depilada sofre com a remoção dos pelos, sugerimos dicas e preparos para evitar lesões na hora da depilação com cera e ensinamos como manter a pele mais lisa, macia e resistente ao baque. Vamos lá!

Como a depilação com cera (quente e fria) prejudica a pele

depilação com cera

De acordo com Rafaela Mattos, instrutora do Curso de Depilação do Instituto Embelleze, unidade Presidente Prudente (SP), a depilação com cera é de fato um teste de resistência, mas que não tem como fugir. “A tração feita contra a pele, associada à alta temperatura, remove a camada superficial protetora da cútis, causando uma pequena agressão e provocando um processo inflamatório que deixa a superfície com uma forte vermelhidão e inchaço”, justifica a professora. Ela conta ainda que, como meio de autodefesa, os melanócitos (reservatórios de melanina) aumentam a produção de melanina (pigmento natural responsável pela coloração da pele), levando à formação de manchas com tom castanho que pioram bastante quando a região depilada é exposta ao sol.

No meio do turbilhão, uma notícia boa: Rafaela Mattos garante que os temíveis "puxões" não causam flacidez à pele. “Eles são superficiais e não chegam a atingir a camada das fibras de sustentação, como o colágeno, por exemplo.” Mas a expert chama a atenção para outro ponto importante: a negligência dos salões que usam material coletivo. “Essa postura do estabelecimento aumenta muito os riscos de complicações para os clientes, como proliferações de bactérias presentes na pele e a chance de ocasionar doenças graves, como o HPV”. Problemão 2! Por isso, não custa ficar atenta a esses detalhes.

Dupla perfeita para proteger a pele da depilação com cera

 esfoliação para depilação com cera

Estamos falando da hidratação e da esfoliação, dois tratamentos que podem ser feitos em casa ou no salão para blindar a pele contra irritações e foliculites e ainda manter a cútis saudável e com um brilho natural.

A importância de hidratar

Ok, nós sabemos que hidratar a pele todos os dias é essencial para mantê-la saudável e com o pH equilibrado. Não é pra menos, os ativos utilizados nos cremes hidratantes têm efeitos mega eficazes para deixar a cútis nutrida, firme, bonita e blindada – fatores de grande importância para aumentar a resistência da pele durante a depilação. Portanto, aquela história de que os cremes não devem ser usados por favorecer o entupimento dos poros é balela. Eles podem e devem ser aplicados, antes e depois da sessão. Entretanto, há duas ressalvas quanto à hidratação.

  • A primeira é aplicar o hidratante no mínimo 12 horas antes de fazer a depilação com cera – nesse período, evite usar cremes ou óleos densos, já que eles podem provocar reações na região durante a sessão na cabine e comprometer a aderência da cera na pele, dificultando a remoção completa dos pelos.
  • A segunda restrição é em relação à hidratação pós-procedimento, o ideal é aplicar cremes com ativos que acalmam a pele, aqueles com camomila, aloe vera, ureia, algas marinhas etc., e jamais as versões que contêm álcool, por aumentarem bastante as chances de irritações, alergias e manchas na pele pós-inflamatórias.  
  • Uma dica ótima é usar e abusar dos cremes com azuleno de camomila, especialmente no final da sessão de depilação com cera e nos dias seguintes. Os cosméticos com esse ativo podem ser aplicados sem contraindicação na sequência do gel calmante (usado para finalizar o procedimento), que geralmente contém alantoína (por sua ação cicatrizante) – os dois juntos são o par perfeito para potencializar a hidratação. Inclusive, os cremes com azuleno podem ser usados depois, em casa, regularmente, pois o ativo aumenta a capacidade da pele de se regenerar e voltar ao estado normal, o que implica num terceiro benefício: que os pelos “atravessem” uma pele saudável e macia durante o crescimento, diminuindo os riscos de pelos encravados.

Esfoliação, sim!

Uma coisa é certa: a depilação com cera tende a deixar os pelos mais finos. Assim, para nascer/despontar, eles não têm a força necessária para romper a camada da pele, quadro que piora com a obstrução dos poros por células mortas. Resultado: pelos encravados! Para evitar esse ciclo de fragilidade, a esfoliação é imbatível e (mega) necessária. “Geralmente o cuidado de esfoliar é indicado mais vezes nos meses quentes, quando a pele está mais seca e irritada, para remover células mortas e agilizar o processo de renovação celular, que favorece uma cútis macia e com um brilho espontâneo”, sugere a instrutora do Instituto Embelleze. “Se a pele é normal ou levemente seca, a tendência é que fique sensível e avermelhada, nesses casos recomendo a esfoliação uma vez na semana. E se a pele é oleosa, geralmente se apresenta áspera e opaca, sugiro a esfoliação duas vezes por semana. O importante é não ultrapassar esse limite de repetições, que é o suficiente para não causar efeito rebote (produção demasiada de sebo na pele, como autodefesa)”, ressalta a especialista.

  • Rafaela explica ainda que durante a noite a pele sofre um processo natural de reparação e recuperação, tornando a renovação celular mais intensa. “Portanto, esfoliar a pele de manhã é o ideal, pois as células mortas estarão acumuladas, prontas para serem removidas.
  • Após a depilação é recomendado deixar a pele descansar por algum tempo, pois ela estará sensível, se recuperando de um processo inflamatório.
  • O intervalo ideal é de três dias antes e três dias após a depilação com cera”, finaliza.

Óleo corporal: pode?

depilação com cera

Muitas mulheres preferem substituir o hidratante por um óleo corporal aplicado ainda no banho, com a pele úmida. Sem dúvida, uma opção prática para quem tem preguiça de passar creme depois da ducha. Mas atenção: “Tenha cuidado com o excesso, porque o óleo tem ação altamente hidratante, com grande penetração, formando um filme protetor na pele. Esse efeito pode obstruir os poros, aumentar a oleosidade, causar retenção de líquido e impedir a eliminação de toxinas”, justifica Rafaela Mattos. Além disso, como já foi dito, excesso de oleosidade também tem suas consequências, entre elas a de dificultar a aderência da cera ao corpo comprometendo a qualidade da depilação com cera.

E máscara para o corpo?

Para quem tem sede de hidratação, Rafaela recomenda uma máscara corporal, facilmente encontrada em perfumarias e drogarias. Ela explica que esse produto é fundamental para os tratamentos estéticos, podendo ter ação hidratante, desintoxicante e tonificante. “Suas fórmulas contêm ativos derivados de plantas, minerais e óleos essenciais, além de sais e cristais, com benefícios que vão desde a hidratação e nutrição até a desintoxicação do organismo, atuando na melhora da retenção de líquido e da textura da pele. A máscara pode ser usada todos os dias, já que, com o passar dos anos, a pele vai perdendo a hidratação e nutrição natural”, destaca a instrutora.

 

depilação com cera 

5 dicas para manter a pele blindada contra as agressões da depilação com cera

Quando o assunto é depilação, os cuidados com a cútis vão muito além daquele momento em que ficamos na cabine. Veja só...  

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Tomar um banho imediatamente antes de se depilar é um bálsamo. O contato com a água morna e com o vapor do banheiro ajuda a relaxar os folículos pilosos (poro por onde nasce o pelo) e, por consequência, auxilia na extração dos fios e torna o procedimento mais confortável, menos dolorido e mais eficaz.

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Axilas e virilhas são regiões extremamente delicadas, mas apesar disso é indicado fazer uma esfoliação com movimentos circulares bem suaves e leve pressão. Essas áreas também devem ser hidratadas, vale dizer, já que são quase sempre negligenciadas nessa etapa dos cuidados.

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Jamais faça depilação com cera se estiver com qualquer lesão, ainda que seja um mínimo corte ou machucado. Para enfrentar os puxões, a pele deve estar íntegra e sem feridas, caso contrário além de aumentar a gravidade da lesão, os riscos de infecções aumentam, pois funciona como “uma porta aberta”.

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Não se esqueça de aplicar filtro solar nas regiões expostas que ficam muito vermelhas ou irritadas após o procedimento. Assim se evita que o processo inflamatório (caso seja esse o problema) provoque uma mancha.

5

As roupas muito justas, ásperas e grossas, como o jeans, tendem a causar atrito e, assim, comprometem o crescimento natural dos pelos por conta da obstrução dos poros, dificultando a saída do fio. Os tecidos sintéticos das peças íntimas, muitas vezes inofensivos, também podem favorecer pelos encravados. O ideal é priorizar roupas e lingeries com tecidos naturais, como o algodão.

 

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Basta a temperatura aumentar para o corpo ficar mais à mostra – o que exige pele lisinha, sem pelos. O lado bom é que cresce também a procura por profissionais de depilação. O lado preocupante é que o procedimento inadequado e/ou a falta de cuidados do cliente podem comprometer o visual. É que no verão, justamente por causa da exposição solar, a pele fica mais sensível. Os raios ultravioletas tendem a provocar ressecamento e inflamação dos tecidos, tornando a cútis um ambiente desfavorável para uma nova agressão. A depilação feita com a cera imprópria e na hora errada pode se transformar nesse vilão, sabia? Confira quais são as atitudes que você, profissional, precisa tomar e as dicas que deve recomendar para os clientes. A melhor cera depilatória Prefira trabalhar com a cera para pele sensível, à base de aloe vera, que é mais hidratante. Cuidado com a cera muito quente: além de queimar a pele, ainda provoca uma hiperpigmentação no local, o que resulta numa área escura. E tudo o que você não quer é uma mancha, certo? O uso de cera caseira feita com limão é proibido, pois se a pele não for higienizada corretamente depois da depilação e o cliente se expuser ao sol em seguida, vai ficar com manchas escuras. Quando se depilar Bem, você já sabe que o sol sensibiliza a pele, assim como a depilação. “No ato da extração dos pelos, a cera retira as células mortas que estão nas camadas superficiais da pele, atuando como uma esfoliação e, para não irritar a cútis, o ideal é programar a depilação”, explica Marcela Figueira, coordenadora pedagógica do Instituto Embelleze Jaboatão, no Ceará, e instrutora de depilação. Anote as boas práticas: O ideal é se depilar 24 horas antes ou 24 horas depois da exposição ao sol. “No caso de pegar sol antes, a cera pode causar machucados e queimaduras; se a exposição solar for depois da depilação, a cera pode provocar manchas”, diz Marcela. Não é aconselhável entrar na piscina depois da depilação, mesmo que ela seja coberta. “A água clorada pode desencadear uma reação alérgica, já que a pele estará mais sensível”, lembra a coordenadora pedagógica.   Foto: Shutterstock 12 coisas para não fazer na depilação no verão Antes do procedimento 1. Não se esqueça de hidratar a pele frequentemente. A hidratação aumenta a elasticidade dérmica facilitando a remoção dos pelos e a derme ressecada é mais suscetível a manchas. Só não use o produto no dia da depilação. 2. Não se depile se estiver se submetendo a algum tratamento com ácidos, pois eles fragilizam a cútis. 3. Não aplique, no dia da depilação, óleos ou cremes e loções formulados com álcool para não irritar a pele. 4. Não extraia os pelos de áreas machucadas ou irritadas. 5. Não depile se os pelos estiverem descoloridos. É que por causa da química do descolorante eles ficam mais frágeis e, por isso, há grandes chances de não serem removidos desde a raiz, encravando depois. Depois do procedimento 6. Não use bronzeador. “Ele pode ser perigoso, porque como a depilação faz uma esfoliação ela acaba removendo a pigmentação superficial da pele. Já reparou que a área fica mais clara quando depilada? Assim, ao passar o bronzeador, o produto pode ativar a melanina da área mais sensível, fazendo com que ela fique manchada”, alerta Marcela. 7. Não sufoque a pele! Deixe-a respirar, portanto, não aplique produtos à base de álcool para não sensibilizá-la. Dê algumas horas para investir em uma loção hidratante. 8. Não use óleos que tampam os poros e favorecem o encravamento do cabelo. 9. Não vista roupa apertada para não abafar a região e provocar irritação ou abafamento dos poros. 10. Não esqueça de aplicar protetor solar FPS 30 na cútis para evitar manchas. E use um produto que você já testou para não correr o risco de alergias. 11. Não caia em água quente depois da depilação — banho de chuveiro, piscina, ofurô —, porque irrita a pele. 12. Não deixe de higienizar bem a derme com um sabonete neutro e água fria para eliminar qualquer resíduo de cera. O pelo encravou? O pelo encrava quando ele tem dificuldade de atravessar todas as camadas da pele e, assim, sair pelo poro. O fio de cabelo acaba se curvando e ficando dentro da pele. Há pessoas com tendência a pelo encravado, pelo fio ser naturalmente curvo, ou porque a camada superficial da derme é mais grossa, o que dificulta a saída do pelo. A depilação realizada de forma errada, sem a técnica correta, também provoca o encravamento. Como evitar - Para diminuir a incidência do problema, ou até se livrar dele por completo, faça assim: Esfolie a pele regularmente, uma vez por semana ou a cada 15 dias, até três dias antes da depilação com cera. O afinamento da superfície da pele facilita a saída do pelo. Hidrate-se diariamente para manter a pele saudável e facilitar a extração do pelo. Evite usar roupas apertadas após a depilação para a pele respirar à vontade. 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Vantagens da cutilagem russa para clientes e manicures
As mulheres russas são conhecidas no mundo inteiro por dois motivos: a beleza física e as unhas saudáveis. Tanto que grandes marcas de cosméticos de tratamento de unhas e cutículas são, originalmente, vindos da Rússia. E sabe qual é um dos segredos das russas nesse quesito? O modo de retirar a cutícula! Em vez de usar alicate, como nós, elas usam tesourinha. Neste post, vamos falar sobre essa técnica que, aliás, está bombando nos últimos meses por aqui e ainda pouca gente conhece. É a cutilagem russa ou manicure russa. No procedimento, o bom e velho alicate de cutícula é substituído por uma tesourinha própria para a região e uma lixa elétrica cilíndrica, que lembra uma broca. “Em vez de simplesmente empurrar ou mesmo cortar a cutícula com o alicate — o que normalmente favorece exageros por ser uma ferramenta muito cortante, estimula o crescimento contínuo da película e pode levar à retirada acidental de ‘bifes’ —, na cutilagem russa o profissional elimina delicadamente e com cautela o contorno da unha com a tesoura e a lixa”, explica Vanessa Castro, instrutora do curso de manicure do Instituto Embelleze unidade Santo Amaro, São Paulo (SP). Some a esses benefícios o fato de não ter mais aquelas “peles levantadinhas” crescendo em volta da unha, já que a cutícula não será removida, apenas aparada. 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Então, é aqui que entra a habilidade do profissional de explicar tudo direitinho, com detalhes.   O profissional em manicure sai ganhando... Investir na cutilagem russa é um diferencial para a carreira de manicure. Isso mesmo. É preciso acompanhar as novidades e tendências para ser visto de forma diferente e até se tornar uma referência no domínio de técnicas moderninhas entre as clientes. A cutilagem russa é uma excelente oportunidade para dar um up no seu menu de serviços. Apesar de ser um procedimento que já existe, a febre é agora! Conclusão: vai ganhar quem oferecer o serviço do momento. Sem contar que o espaço de beleza que sai na frente com novidades desse tipo ocupa outro patamar no mercado, muito acima de quem continua oferecendo o básico. Há mais chances de fidelizar clientes com serviços exclusivos ou diferenciados. E, claro, o profissional também se torna especial, tendo uma formação acima da média, especialmente nesse caso que envolve saúde por se tratar de cuidado com as cutículas. O profissional inspira confiança, credibilidade. Cutilagem russa passo a passo   Entenda, a seguir, como é feita cada etapa da técnica que é sucesso e, depois, é só se lançar para experimentar! 1 O esmalte (ou resíduos) é retirado com removedor sem acetona. Depois, as unhas são molhadas suavemente com água. Após enxugadas, recebem um hidratante. Quanto mais grossa e grande a cutícula, mais tempo é necessário para o produto agir e amolecer a estrutura. Já as cutículas mais finas nem precisam tanto desse recurso do creme, é opcional. 2 Em vez de utilizar a espátula para empurrar a cutícula, na cutilagem é usada a broca, que nada mais é do que uma lixa cilíndrica elétrica. Esse é o grande lance da manicure russa. A função dessa ferramenta é levantar a película, facilitando a etapa seguinte (corte com a tesourinha), e polir a unha, removendo as peles que ficam aderidas à superfície. 3 Com a cutícula suspensa e descolada fica muito mais fácil removê-la com a tesourinha, que tem uma curvatura na ponta que acompanha a anatomia dessa estrutura de pele. Lembrando que, no caso de cutículas muito finas ou discretas, nem é necessário remoção com a tesourinha, basta o polimento com a broca. 4 A partir daqui a esmaltação é feita normalmente, conforme o método de cada profissional.     Gostou? Deixe o seu comentário e compartilhe o post com a sua rede de amigos!  
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